
Ciência política e suas conceituações
Ciência política é o estudo da política — dos sistemas políticos, das organizações e dos processos políticos. Envolve o estudo da estrutura (e das mudanças de estrutura) e dos processos de governo — ou qualquer sistema equivalente de organização humana que tente assegurar segurança, justiça e direitos civis. Os cientistas políticos podem estudar instituições como corporações(ou empresas, no Brasil), uniões (ou sindicatos, no Brasil), igrejas, ou outras organizações cujas estruturas e processos de ação se aproximem de um governo, em complexidade e interconexão.
Existe no interior da ciência política uma discussão acerca do objeto de estudo desta ciência, que, para alguns, é o Estado e, para outros, o poder. A primeira posição restringe o objeto de estudo da ciência política; a segunda amplia. A posição da maioria dos cientistas políticos, segundo Maurice Duverger, é essa visão mais abrangente de que o objeto de estudo da ciência política é o poder.
O termo "ciência política" foi cunhado em 1880 por Herbert Baxter Adams, professor de História da Universidade Johns Hopkins.
A ciência política é a teoria e prática da política e a descrição e análise dos sistemas políticos e do comportamento político.
A ciência política abrange diversos campos, como a teoria e a filosofia políticas, os sistemas políticos, ideologia, teoria dos jogos, economia política, geopolítica, geografia política, análise de políticas públicas, política comparada, relações internacionais, análise de relações exteriores, política e direito internacionais, estudos de administração pública e governo, processo legislativo, direito público (como o direito constitucional) e outros.
A ciência política emprega diversos tipos de metodologia. As abordagens da disciplina incluem a filosofia política clássica, interpretacionismo, estruturalismo, behaviorismo, racionalismo, realismo, pluralismo e institucionalismo. Na qualidade de uma das ciências sociais, a ciência política usa métodos e técnicas que podem envolver tanto fontes primárias (documentos históricos, registros oficiais) quanto secundárias (artigos acadêmicos, pesquisas, análise estatística, estudos de caso e construção de modelos).
A POLITICAGEM E SEUS EFEITOS NA SOCIEDADE
A politicagem é a prática avessa dos acontecimentos corretos, dignos e justos.
È a deturpação moral do procedimento coletivo em beneficio pessoal.
É a barganha individualizada do interesse próprio, do favorecimento isolado de um grupo em
detrimento do alcance social e coletivo de uma maioria, sem escolaridade e meios efetivos de repudiar essas ações.
A politicagem só ver o "EU" jamais alcança o "Nós". Prescinde sempre de uma vantagem particularizada sem preocupação do prejuizo alheio.
É a pratica comum do que: estando bem pra mim, o restante que se lixe.
É o uso constante e rotineiro do subir nos ombros alheios, sem lembrar da força e do sacrificio de quem abestalhadamente serve de sustentação para quem alcança a escalada do poder... subindo degrau por degrau as custas de suas energias.
Politicagem é sempre a lição dada por quem faz uso da conquista, um trampolim imediato para se superproteger.
É também o exemplo biblico e explorador de "Segundo Matheus primeiro os meus".
É ainda o reflexo de quem se imagina imbativel, de quem não reconhece limites e não obedece principios da gratidão ou do reconhecimento.
É finalmente uma célula cancerígena, dizimadora da sociedade, alguns protagonistas inseridos no poder de fazer, findam deixando de realizar o bom e o melhor, prometida diante de uma multidão de apaixonados.
É arte de enganar sem prestar contas no SPC.
A politicagem estabelece regras e doutrinas aos seus seguidores:
Homens de bem terão que se acomodar com vantagens para absorver ás safadezas do sistema dominante.
E neste laboratório de concepções absurdas, criam-se toda espécie de servidor: puxa-saco, chafurdento, difamador, baba ovo etc.
Resistir a tudo isso é ficar fora do jogo, é ser visto como ameaça aos que se locupletam dos privilégios e regalias, ser otário, ser um pássaro fora do ninho.
Como sabemos que toda regra tem excessão, preferimos não ser uma coisa nem outra e ,saber dosar com honestidade os caminhos dignos, que - a politicagem procura sempre interromper aos que buscam andar numa estrada diferente.
E sem pretensão nenhuma também não querer ser unanimidade, porque autenticidade 100% não existe mais nos que militam no cenário politico nacional.
Mas você sabendo as regras de uma prática e de outra, poderá sobreviver com mais respeitabilidade.









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